sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Deputado Miguel Martini levanta suspeita de esterilização em massa no Brasil

Suponhamos que seja verdade, ou seja, na vacina contra a rubéola existe o hormônio esterilizante. O que isso representaria? Uma diminuição do número de fecundação em 2, 3, ou 4 meses após a vacinação e conseqüentemente no número de nascimentos. A jogada política por trás dessa ação é muito inteligente: o governo amplia a licença maternidade e aumenta em alguns tostões o auxílio-maternidade, às escondidas, por trás do pano, esteriliza milhões de brasileiras, economizando um dinheiro considerável. Maquiavel, o célebre Maquiavel, em sua obra “O Príncipe”  propõe que o governo use de subterfúgios para ludibriar os mais espertos e atinados dentre seus governados, transformando-os em auxiliares na execução de sua vontade. O maquiavélico pensador jamais suporia que nos albores do século XXI ele teria discípulos mais espertos superando o mestre na prática de sua teoria.


Vale a pena ler o email abaixo. A ser verdade, é muito séria a suspeita.


 


Mauro Demarchi


www.chance.com.br/d/mlm/demarchi/


www.monarquia-ja.blogspot.com


www.familia.demarchi.nom.br


www.veja-videos.blogspot.com


www.noticias-da-web.blogspot.com


www.curso-de-mariologia.blogspot.com


 


 


 


 






To: noticias-lepanto@yahoogrupos.com.br
From: noticias@lepanto.com.br
Date: Sat, 23 Aug 2008 10:23:10 -0300
Subject: [noticias-lepanto] Fw: Fw: Vacinas de aborto: a verdade escondida


Para comentar essa publicação, acesse:
http://noticias-lepanto.blogspot.com/2008/08/requerimento-de-deputado-solicita-ao.html

----- Original Message -----
From: Rodrigo Pedroso
Sent: Friday, August 22, 2008 6:21 PM
Subject: Fw: Fw: Vacinas de aborto: a verdade escondida

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N.º 3321, DE 2008
(Do Sr. Miguel Martini)

Solicita informações ao Sr. Ministro de Estado da Saúde sobre campanha de vacinação.

Senhor Presidente:

Com fundamento no art. 50, § 2°, da Constituição Federal, e nos arts. 115 e 116 do Regimento Interno e ouvida a Mesa, requer sejam solicitadas as seguintes informações ao Sr. Ministro da Saúde:

1. O número de ocorrências de rubéola nos últimos anos;

2. Quanto custou a campanha de vacinação?;

3. Qual é a previsão de cobertura da campanha?;

4. Qual é o motivo de algumas regiões terem público-alvo e idades diferentes de outras regiões?;

5. Qual é a procedência e nome dos laboratórios que forneram as vacinas?;

6. Se o objetivo e realmente é eliminar a rubéola erradicar a doença, então por que vacinar quem já foi vacinado?;

7. Se foi realizado algum exame para detectar a presença do hormônio
gonadotrofina coriônica? ;

8. Enviar a listagem dos contratos celebrados entre o laboratório vencedor e o Ministério da Saúde, indicando os respectivos valores, objeto e localização.

JUSTIFICAÇÃO

As informações que ora requeremos são de fundamental importância para o desempenho de nossas atribuições constitucionais de acompanhamento das ações do Poder Executivo.

Na Argentina foi confirmada a presença do hormônio esterelizante nas vacinas contra rubéola.

Na Argentina, a Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires confirmou a presença do hormônio gonadotrofina coriônica em vacinas contra rubéola distribuídas pelo Ministério da Saúde daquele país:
http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536

A nota diz que a vacina, por isso, seria esterilizante. Na verdade, ela não impede que a mulher conceba, mas o desenvolvimento do corpo lúteo, de maneira a impedir a implantação do ser humano concebido no útero da mãe.

Urge a necessidade de apurar sobre a vacinação feita no Brasil. O mínimo é exigir que tais testes sejam feitos no Brasil, por instituições de pesquisa idôneas, nas vacinas distribuidas no Brasil.
Por causa de somente 17 casos de rubéola em bebês em gestação por ano, o Ministério da Saúde quer a vacinação de 70 milhões de brasileiros, mesmo em quem já teve a doença e em que já foi vacinado.

Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na
Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas.
[
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html]

Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas.
Fonte:
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html

Os exemplos da Nigéria, Filipinas e Argentina mostram que vacinas
contaminadas com agentes esterilizantes podem fazer parte de "inocentes" campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. Essas vacinas são administradas sem que os vacinados tenham consciência do que lhes foi injetado. Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional.

Então, o que está por trás de sua suposta preocupação com o risco de alguns poucos bebês pegarem rubéola? Embora o Brasil tenha uma população enorme de quase 200 milhões de habitantes, em 2007 foram registrados apenas 17 casos de defeitos congênitos em todo o Brasil provocados pela rubéola.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_rubeola140708.pdf

Esse número é muito inferior ao número de casos registrados na Inglaterra, que tem uma população muito menor do que a do Brasil. Em comparação com o Brasil, que tem 17 casos por ano, a Inglaterra tem 43. http://www.patient.co.uk/showdoc/40024887/

Além disso, os casos de rubéola - que não representam perigo de saúde
pública - caíram de 30 mil em 1997 para 326 em 2005.
[
http://www.cives.ufrj.br/informacao/rubeola/rubeola-iv.html]

A iniciativa estatal tem a meta de vacinar 70 milhões de brasileiros e
abrangerá os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, além de toda população indígena que vive em aldeias. Nenhum brasileiro das áreas selecionadas terá direito ou a opção de isentar-se, a não ser os portadores com problemas imunológicas em gestantes. Por essa razão, apresento o requerimento para sabermos o verdadeiro alcance da campanha de vacinação.

Sala das Sessões, em de agosto de 2008.

Deputado Miguel Martini
PHS - MG


__._,_.___


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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Fundadores


Assine você também a carta aos ministros do Supremo Tribunal Federal com um apelo pela paz e harmonia na demarcação da reserva Raposa Serra do Sol. http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/dCamp.asp?camp=5&oc=2


Apelo aos Ministros do Supremo


A mensagem será enviada para:
Gilmar Ferreira Mendes - Presidente
Antonio Cezar Peluso - Vice-Presidente
Jose Celso de Mello Filho
Marco Aurélio Mendes de Farias Mello
Ellen Gracie Northefleet
Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto
Joaquim Benedito Barbosa Gomes
Eros Roberto Grau
Enrique Ricardo Lewandowski
Carmen Lucia Antunes Rocha
Carlos Alberto Meneses Direito


Excelentíssimo Senhor Ministro,

Ante o indeclinável dever cívico de zelar pela integridade territorial e cultural da nossa Pátria, como também pela paz e harmonia entre os cidadãos brasileiros, e na perspectiva do próximo julgamento por esse egrégio Tribunal da Ação Civil Pública interposta pelo Governo do Estado de Roraima a propósito da demarcação em área contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, vimos submeter à distinta consideração de V. Exa. os fatos e comentários que seguem.

1 - espetaculosa e injustificável ação da Polícia Federal na reserva indígena Raposa Serra do Sol, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial, e declarando agir por ordem do Presidente da República;

2 - acampamento que farão em Brasília, entre os dias 24 e 27 de agosto próximos, índios dirigidos pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário, entidade ligada à CNBB) e apoiados pelos movimentos políticos ditos sociais, como sem-terras do MST e congêneres, sem teto, quilombolas e outros, declaradamente para pressionar o STF;

3 - concentração de militantes do PT na porta do STF, prometida para a mesma ocasião, também com a finalidade expressa de pressionar;

4 - truculenta ameaça dos índios, de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”;

5 - presença, como forma de pressão, de ativistas dos direitos humanos da ONU, monitorando a esperada decisão do Supremo e suas conseqüências e preparando relatório a ser apreciado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU em dezembro próximo;

6 – edição apressada pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), na previsão de uma decisão desfavorável, de seis portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, com área aproximada de 12 milhões de hectares, abrangendo 26 municípios e fazendo pairar enorme insegurança jurídica na região sul daquele Estado, especialmente delicada por fazer fronteira com o Paraguai;

7 - insidiosa ação do ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, propondo aos assustados produtores “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo”, quando se sabe que órgãos do governo costumam fazer uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País, além de desobedecer ordens judiciais e agir por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo;

8 - a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU, já assinada pelo Brasil e dependendo apenas de sua aprovação pelo Congresso Nacional, concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas entrem em seu território, o que de fato transformará tais reservas em enclaves dentro do território nacional;

Diante de tantas e tão graves ameaças, não poderíamos nos calar, porquanto o que está em jogo é o embate de duas civilizações: uma querendo manter o País nos rumos que a civilização cristã nos legou; outra visando a volta à barbárie anterior ao descobrimento.

Na oportunidade, lembramos que os direitos dos índios estão assegurados na Constituição de 1988. O Supremo Tribunal Federal julgou o assunto em última instância, com decisão unânime, através do acórdão RE Nº 219.983-3, de 9-12-98, que diz:

“As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto foram ocupadas por indígenas”.

A questão portanto já está resolvida, e as manifestações acima são meros pretextos para situações a serem arbitrariamente impingidas à nação brasileira, em prejuízo de sua soberania, do Estado de Direito e da convivência miscigenada de todas as suas etnias, que é vista por todo o mundo como exemplar.

Passando por cima dessa decisão, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que dela recebe o qualificativo de “científico”. Desde o início se sabe que o estudo concluirá que toda a terra pertencia aos índios; que estes foram dela expulsos; e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada, e os índios manipulados pelo CIMI logo a invadem, sem perceber que assim estarão condenados a viver na barbárie, sem usufruir os benefícios da civilização cristã que nossos antepassados nos legaram.

Submetidas ao mesmo processo, ontem foi a “Nação Yanomâmi; hoje, a Raposa Serra do Sol; amanhã, a “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul; depois será o oeste catarinense, e assim por diante num processo sem fim.

Apelamos pois a V. Exa. para que, no mais alto interesse da nossa Pátria, não permita o prosseguimento dessa subversão. Nas mãos de V. Exa. e de seus pares está o futuro da civilização cristã no Brasil.

Que Deus ilumine V. Exa. no momento decisivo de seu voto.


 


Fundadores.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Notícias várias


A Realidade Concisamente
Os 254 alunos da escola primária de Ziegelwasser (França) renunciaram ao uso de TV, computador e consoles de videogame durante dez dias, sob o olhar de especialistas. O ambiente nas casas melhorou, os pais conversaram com os filhos nas refeições ou leram histórias para eles à noite.

Estados Unidos: Jornada mariana para ítalo-americanos
O evento foi realizado na sede da TFP norte-americana, numa das comemorações para celebrar as aparições de Nossa Senhora de Fátima há 91 anos
Muitos italianos que imigraram para os Estados Unidos, mesmo depois de várias décadas de permanência nesse país

Itália: Peregrinação a San Giovanni Rotondo
Nessa cidade italiana, marcada pela vida do Padre Pio — também conhecido como São Pio de Pietrelcina —, são expostas as relíquias desse santo sacerdote

Intelectual italiano realça centenário do nascimento de Plinio Corrêa de Oliveira
Numa série de três extensos artigos, que constituem um verdadeiro estudo, o Prof. Massimo Introvigne


Fundadores.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Pura coincidência em Roraima?

O quadro abaixo retrata o mapa do estado de Roraima. Atente-se para a 'coincidência' ...


 


 


 


As partes em cinza são as reservas generosamente demarcadas para alguns poucos índios.


E os pontinhos vermelhos? Serão tribos indígenas? Malocas étnicas? Não! 
São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante!


 


A situação é muito grave!


O Brasil assinou na ONU a 'Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indigenas'. Só falta ser aprovada pelo Congresso Nacional para se transferir para as 'Nações Indígenas' toda essa riqueza....


É por essa razão que milhares de ONGs de diferentes países atuam junto aos índios da Amazônia!


 


Fonte: GPS do Agronegócio


http://www.paznocampo.org.br/

 

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

The Truth at the Heart of 'The Da Vinci Code' : NPR

The Truth at the Heart of 'The Da Vinci Code'

by Elaine Pagels

NPR.org, May 22, 2006 · Archbishop Angelo Amato, a top Vatican official, recently railed against The Da Vinci Code as a work "full of calumnies, offenses and historical and theological errors.'' As a historian, I would agree that no reputable scholar has ever found evidence of author Dan Brown's assertion that Jesus and Mary Magdalene married and had a child, and no scholar would take seriously Brown's conspiracy theories about the Catholic group Opus Dei.

But what is compelling about Brown's work of fiction, and part of what may be worrying Catholic and evangelical leaders, is not the book's many falsehoods.

What has kept Brown on the bestseller list for years and inspired a movie is, instead, what is true – that some views of Christian history were buried for centuries because leaders of the early Catholic Church wanted to present one version of Jesus' life: theirs.

Some of the alternative views of who Jesus was and what he taught were discovered in 1945 when a farmer in Egypt accidentally dug up an ancient jar containing more than 50 ancient writings. These documents include gospels that were banned by early church leaders, who declared them blasphemous.

It is not surprising that The Da Vinci Code builds on the idea that many early gospels were hidden and previously unknown. Brown has said that part of his inspiration was one of these so-called Gnostic Gospels as presented in a book I wrote on the subject. It took only three lines from the Gospel of Philip to send Brown off to write his novel:

The companion of the savior is Mary Magdalene. And Jesus loved her more than all the disciples, and used to kiss her often... The rest of the disciples were jealous, and said to him, "Why do you love her more than all of us?''

Those who have studied the Gospel of Philip see it as a mystical text and don't take the suggestion that Jesus had a sexual relationship with Mary Magdalene literally.

Still, by homing in on that passage and building a book around it, Brown brought up subjects that the Catholic Church would like to avoid. He raised the big what-ifs: What if the version of Jesus' life that Christians are taught isn't the right one? And perhaps as troubling in a still-patriarchal church: What if Mary Magdalene played a more important role in Jesus' life than we've been led to believe, not as his wife perhaps, but as a beloved and valued disciple?

In other words, what Brown did with his runaway hit was popularize awareness of the discovery of many other secret gospels, including the Gospel of Judas that was published in April.

There have long been hints that the New Testament wasn't the only version of Jesus' life that existed, and that even the gospels presented there were subject to misinterpretation. In 1969, for instance, the Catholic Church ruled that Mary Magdalene was not a prostitute, as many people had been taught. The church blamed the error on Pope Gregory the Great, who in 591 A.D. gave a sermon in which he apparently conflated several women in the Bible, including Mary Magdalene and an unnamed sinner who washes Jesus' feet with her tears.

But even that news didn't reach all Christians, and it is the rare religious leader who now works hard to spread the word that the New Testament is just one version of events crafted in the intellectual free-for-all after Christ's death. At that time, church leaders were competing with each other to figure out what Christ said, what he meant -- and perhaps most important, what writings would best support the emerging church.

What we know now is that the scholars who championed the "Gnostic'' gospels are among the ones who lost the battle.

In the decades after Jesus' death, these texts and many others were circulating widely among Christian groups from Egypt to Rome, Africa to Spain, and from today's Turkey and Syria to France. So many Christians throughout the world knew and revered these books that it took more than 200 years for hardworking church leaders who denounced the texts to successfully suppress them.

The copies discovered in 1945, for example, were taken from the sacred library of one of the earliest monasteries in Egypt, founded about 10 years after the conversion of Constantine, the first Roman emperor to join the fledgling church. For the first time, Christians were no longer treated as members of a dangerous and seditious group and could form open communities in which many lived together. Like monks today, they kept in their monastery libraries a very wide range of books they read aloud for inspiration.

But these particular texts appeared to upset Athanasius, then archbishop of Alexandria; in the year 367 he sent out an Easter Letter to monks all over Egypt ordering them to reject what he called "illegitimate and secret books.'' Apparently, some monks at the Egyptian monastery defied the archbishop's order and took more than 50 of the books out of the library, sealed them in a heavy jar and buried them under the cliff where they were found 1,600 years later.

In ordering the books destroyed, Athanasius was continuing the battle against the "Gnostic'' gospels begun 200 years earlier by his revered predecessor, Bishop Irenaeus, who was so distressed that certain Christians in his congregations in rural Gaul (present day France) treasured such "illegitimate and secret writing'' that he labeled them heretics. Irenaeus insisted that of the dozens of writings revered by various Christians, only four were genuine -- and these, as you guessed already, are those now in the New Testament, called by the names of Matthew, Mark, Luke, and John.

Irenaeus said there could be only four gospels because, according to the science of the time, there were four principal winds and four pillars that hold up the sky. Why these four gospels? He explained that only they were actually written by eyewitnesses of the events they describe -- Jesus' disciples Matthew and John, or by Luke and Mark, who were disciples of the disciples.

Few scholars today would agree with Irenaeus. We cannot verify who actually wrote any of these accounts, and many scholars agree that the disciples themselves are not likely to be their authors. Beyond that, nearly all the gospels that Irenaeus detested are also attributed to disciples -- some, including the Gospel of Thomas, to the original 12 apostles. Nonetheless, Athanasius and other church leaders succeeded in suppressing the gospels they (and Irenaeus) called illegitimate, won the emperor's favor and succeeded in dominating the church.

What, then, do these texts say, and why did certain leaders find them so threatening?

First, they suggest that the way to God can be found by anyone who seeks. According to the Gospel of Thomas, Jesus suggests that when we come to know ourselves at the deepest level, we come to know God: "If you bring forth what is within you, what you bring forth will save you.'' This message – to seek for oneself – was not one that bishops like Irenaeus appreciated: Instead, he insisted, one must come to God through the church, "outside of which,'' he said, "there is no salvation.''

Second, in texts that the bishops called "heresy,'' Jesus appears as human, yet one through whom the light of God now shines. So, according to the Gospel of Thomas, Jesus said, "I am the light that is before all things; I am all things; all things come forth from me; all things return to me. Split a piece of wood, and I am there; lift up a rock, and you will find me there.'' To Irenaeus, the thought of the divine energy manifested through all creation, even rocks and logs, sounded dangerously like pantheism. People might end up thinking that they could be like Jesus themselves and, in fact, the Gospel of Philip says,

"Do not seek to become a Christian, but a Christ.'' As Irenaeus read this, it was not mystical language, but "an abyss of madness, and blasphemy against Christ.''

Worst of all, perhaps, was that many of these secret texts speak of God not only in masculine images, but also in feminine images. The Secret Book of John tells how the disciple John, grieving after Jesus was crucified, suddenly saw a vision of a brilliant light, from which he heard Jesus' voice speaking to him: "John, John, why do you weep? Don't you recognize who I am? I am the Father; I am the Mother; and I am the Son.'' After a moment of shock, John realizes that the divine Trinity includes not only Father and Son but also the divine Mother, which John sees as the Holy Spirit, the feminine manifestation of the divine.

But the Gospel of Mary Magdalene -- along with the Gospel of Thomas, the Dialogue of the Savior, and the Gospel of Philip -– all show Peter, the leader of the disciples, challenging the presence of women among the disciples. We hear Peter saying to Jesus, "Tell Mary to leave us, because women are not worthy of (spiritual) life.'' Peter complains that Mary talks too much, displacing the role of the male disciples. But Jesus tells Peter to stop, not Mary! No wonder these texts were not admitted into the canon of a church that would be ruled by an all-male clergy for 2,000 years.

Those possibilities opened by the "Gnostic'' gospels -- that God could have a feminine side and that Jesus could be human -- are key ideas that Dan Brown explored in "The Da Vinci Code,'' and are no doubt part of what made the book so alluring. But the truth is that the texts he based his novel upon contain much deeper and more important mysteries than the ones Tom Hanks tries to solve in the movie version that opened this weekend.

The real mystery is what Christianity and Western civilization would look like had the "Gnostic'' gospels never been banned. Because of the discovery by that Egyptian farmer in 1945, we now at least have the chance to hear what the "heretics'' were saying, and imagine what might have been.

Elaine Pagels, author of The Gnostic Gospels and Beyond Belief: The Secret Gospel of Thomas, is a professor of religion at Princeton. She wrote this article for the Perspective section of the San Jose Mercury News.

The Truth at the Heart of 'The Da Vinci Code' : NPR.