terça-feira, 26 de julho de 2011

Países e Estados presentes no Encontro de Escritores « Encontro de Escritores

Países e Estados presentes no Encontro de Escritores « Encontro de Escritores

Alfredo Wagner, a Capital Catarinense das Nascentes, receberá escritores de várias partes do Mundo.

Já estão inscritos escritores de 8 Estados brasileiros e 7 Nações. Do Brasil virão escritores de Minas Gerais, Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e da nossa Santa e Bela Catarina. Do Exterior, até o momento, estão inscritos escritores da Alemanha, Argentina, Austrália, Estados Unidos, India e Moçambique.

Estão incluidas na programação palestras de escritores e trovadores, de alunos da UNIPLAC entre outros. Os temas das palestras serão variados e superinteressantes, e certamente, prenderão a atenção de todos os participantes. Serão lançados 6 livros de diferentes autores. Teremos apresentações artísticas, música, dança, declamação, etc.

Os acadêmicos da Academia de Letras do Brasil/SC Municipal Alfredo Wagner e os membros do Lions Club de Alfredo Wagner estão divulgando e se preparando para receber os escritores e tornar inesquecível estes dois dias de Encontro.

Faça sua Inscrição e participe você também! http://encontrodeescritores.com.br/?page_id=34

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Brasil desistiu de ser país desenvolvido

Um alerta sobre o futuro tecnocientífico do Brasil.
Brasil desistiu de ser país desenvolvido
Agostinho Rosa - 21/07/2011
O seu cargo é o de coordenador de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento. A função, como seria de se esperar, está dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Que visões de futuro passarão na mente do condutor das políticas e programas de pesquisas científicas do ministério que cuida da ciência e da tecnologia de um dos países mais promissores do mundo?

Deve ser inebriante conversar com uma pessoa que pensa em todas as tendências tecnológicas mundiais, e nos rumos mais promissores e mais socialmente urgentes das pesquisas científicas, sem contar aquelas áreas em que se deve deixar a ciência ser ciência, sem utilitarismos, indo atrás daquilo que desafia a curiosidade humana em seu sentido mais nobre.

Bem, deveria. Infelizmente, aqui no Brasil, a visão de futuro daqueles de quem mais se espera, assemelham-se mais a faróis que tenham sido instalados na traseira de um carro.

O discurso desanimador pode ser resumido em uma única frase: "O futuro do País é explorar o potencial da nossa biodiversidade."

O personagem que pensa o futuro da nossa ciência, da nossa tecnologia e, por decorrência, do nosso desenvolvimento e bem-estar enquanto sociedade, acredita que devemos nos limitar a sermos agricultores, no máximo coletores de frutos e raízes de uma floresta que calhou de estar por aqui.

Por paradoxal que possa parecer, não incluo em minha crítica o personagem que falou a fala tão desastrada. Carlos Nobre merece o sobrenome enquanto cientista e homem público que se tornou, de resto talvez o mais bem talhado candidato atualmente disponível para ocupar o Ministério do Meio Ambiente.

Colocá-lo tão fora de sua especialidade mostra a incapacidade - ou, eventualmente, a má-fé - daqueles que dirigem o país e que deveriam procurar fazer com que cada área rendesse os melhores frutos, de forma que, após o entendimento entre os diversos grupos, no processo natural que marca a discussão política, o país tivesse os maiores benefícios.

Mas o que esperar de um governo que nada faz para combater uma situação cambial que está destruindo a indústria brasileira, pelo simples temor de alguém dizer que o Brasil não é assim tão bonzinho ou de levar nota baixa de agências de risco que já mostraram mais de uma vez a complicada rede de interesses de que fazem parteF?

Este governo provavelmente nada teria a dizer sobre desenvolvimento de software e de hardware, satélites artificiais, robótica, nanotecnologia, novos materiais, computação quântica, fotônica, spintrônica. É melhor se calar sobre aquilo que se pretende destruir. Ou sobre o que nada se sabe.

Quer o governo que nossa missão seja nos mantermos como um país agrário. Com todo o respeito ao setor agroindustrial e a todos os necessários cuidados com o meio ambiente que esse setor nunca teve. Trata-se sim, de incentivar a agricultura e, com os devidos cuidados, fomentar uma indústria de biocombustíveis, mas que seja um setor especializado na área de energia, e não de um subproduto do açúcar.

Nada a dizer contra esta ou aquela área porque, ao contrário do que o governo parece pensar, incentivar uma área não exige que se destrua outras.

O que se trata é de criar no Brasil um setor industrial, já que aquele que chegamos a ter até o fim do século passado, esse já está desenganado por uma política cambial maléfica e pela falta de instituições que incentivem a inovação tecnológica - cuja responsabilidade é das empresas, o que só aumenta os elogios às poucas inovações que vemos surgir nas universidades brasileiras.

Mas quais empresas? Empresas brasileiras que fabricam o que? Automóveis, computadores, chips, fibras sintéticas, satélites artificiais, equipamentos de telecomunicações, robôs?

Ou, já que queremos nos especializar em biodiversidade, seria o caso das empresas nacionais de fármacos, de novas moléculas, de materiais biomiméticos?

Difícil inventar o que ainda não existe em setores que também não existem.

E para as empresas nacionais que ainda restam, cuja participação no PIB cai ano a ano, será que não sabemos criar mecanismos para incentivar essas empresas a se tornarem inovadoras? É claro que sabemos. A Embrapa é um exemplo mundial de estrutura aberta e flexível, que tem produzido as maiores inovações da área. A Fiocruz não fica atrás, na área de saúde, apesar dos recursos aviltantes.

E por que não reproduzimos a experiência em outras áreas? Porque não queremos. Porque o Brasil como uma potência agrária, fornecedor de alimentos e insumos agrícolas e minerais é tudo o que o núcleo central da economia mundial necessita. Já temos Coreia, Índia, China e outros países que emergiram, não precisamos de mais, começa a ficar problemático demais dividir o mercado quando os jogadores são muitos.

Fomos tolerados enquanto tínhamos um presidente pitoresco, que ficava bem na fotografia com aqueles que querem fazer o discurso politicamente correto de posar ao lado de um operário que "deu certo".

Agora não temos nem isso, então só resta a verdade desnuda. O mundo precisa de um celeiro, e o Brasil aceitou passivamente a condição, sem ter forças de argumentar que temos condições de ser mais do que uma coisa única, que podemos plantar, criar e coletar sem precisarmos nos condenar a uma economia pobre e ultrapassada.

Não é o nosso futuro que está na exploração da biodiversidade, é o nosso passado.

Ciclo do pau-brasil, ciclo da borracha, ciclo da cana-de-açúcar, ciclo do cacau, ciclo do café, agora novo ciclo da cana-de-açúcar, que produz algum etanol quando os preços valem a pena - todos são ciclos de exploração da nossa biodiversidade.

Só escapa o ciclo do ouro porque ele não leva o "bio" no nome, mas é extrativista, já devidamente substituído pelo atual ciclo do minério de ferro, do alumínio, do nióbio e das rochas ornamentais (sim, o "mármore de carrara" do século XXI é brasileiro).

Devemos acabar com essas explorações tão biodiversas e tão mínero-diversas? Certamente que não, mas não se trata disso, trata-se daquilo que nos negamos o direito de construir: uma economia moderna, fundada em uma educação digna do nome, em mecanismos institucionais e legais que criem um ambiente de inovação e de desenvolvimento.

Por que não fazemos isso? Se eu ainda tivesse a ingenuidade de esperar alguma sinceridade na resposta, diria que essa pergunta poderia ser dirigida àqueles que nos guiam para o passado.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

APELO DOS BOMBEIROS


 <http://www.sosguardavidas.com/>   <http://www.sosguardavidas.com/>
<http://www.sosguardavidas.com/> CARTA A POPULAÇÃO

Quem está acompanhando ultimamente o noticiário talvez não tenha recebido informações sobre a real situação do Corpo de Bombeiros, não sei se você que está lendo este panfleto já precisou de nosso auxílio, mas certamente cremos que conhece algum familiar ou parente que já o obteve. Vários fatos foram omitidos pela imprensa desde o início de nossa caminhada, fomos chamados de câncer do estado, baderneiros, mas buscamos apenas a nossa Dignidade.

Atendemos, socorremos e por várias vezes alguns irmãos deram suas vidas para salvar quem não conhecia. Quando você ouve a sirene do Bombeiro ou vê a viatura passar, tem dúvidas que há realmente uma vida necessitando de socorro?

Desde 1856 a população tem contado bravamente com nosso apoio incondicional, agora pela 1ª vez em mais de 150 anos somos nós quem pedimos seu SOCORRO. Façam o que puder por nós, ligações, e-mails, twitter, facebook, Orkut, divulguem. Mobilizem todos os setores da sociedade... nós salvamos vidas, e temos 97% de apoio popular, não
somos bandidos!

Você sabia que:

OS BOMBEIROS MILITARES QUE FORAM PRESOS ATÉ AGORA NÃO RECEBERAM NENHUMA ALIMENTAÇÃO, SÓ ÁGUA, NÃO TEM CAMA PARA NINGUÉM (SÓ O CHÃO DURO E FRIO), NEM SEQUER BANHO PODEM TOMAR, NEM BANHEIRO EM CONDIÇÕES DE USO, NEM COBERTOR. ANISTIA GERAL, ONU, DIREITOS  HUMANOS... COBREM DELES!

BANDIDOS NÃO SÃO TRATADOS ASSIM, ANIMAIS DE RUA RECEBEM COMIDA... E NÓS? SALVAMOS VIDAS, E DESSA VEZ ESTAMOS TENTANDO SALVAR AS NOSSAS!

CHEGA DE COVARDIAS! CHEGA DE DITADURA!
SOMOS CHEFES DE FAMÍLIA, HERÓIS E NÃO BANDIDOS. SÓ QUEREMOS SER TRATADOS COM DIGNIDADE!

Maiores informações acesse diariamente: www.sosbombeiros.com
<http://www.sosbombeiros.com/>

DIVULGUE passe por e-mail, tire Xerox e distribua.

CONTAMOS COM VOCÊ!

 

 
______________________________

 

OS BOMBEIROS SÃO OS HERÓIS NACIONAIS!

OS ÚNICOS HERÓIS DE QUE DISPOMOS HOJE EM DIA!

NÃO OS ABANDONEMOS!

 

Visite oblog da UPEC

http://upecbrasil.blogspot.com/

 

 

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Mauro Demarchi
Twitter: @maurodemarchi @monarquiaja
http://www.familia.demarchi.nom.br 
http://www.monarquia-ja.blogspot.com

quinta-feira, 12 de maio de 2011

“Lei da Homofobia” (PLC 122/2006) será votada amanhã no Senado. Faça agora sua parte: envie seu protesto aos Senadores.

A liberdade está acabando no Brasil. Resista, faça sua parte, proteste, antes que seja tarde demais!

11, maio, 2011

Daniel F.S. Martins

Acabei de confirmar no site do Senado. Amanhã, na Comissão de Direitos Humanos, o item 8 da pauta é o PLC 122/2006, que implantará uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil. Todos os que, ainda que pacificamente, manifestarem-se contra a prática homossexual, poderão ser presos de 2 a 5 anos!

Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, pelo fato de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.

Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.

O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006.

Faça seu protesto agora mesmo. Clique aqui ou ponha o link em seu navegador:http://www.ipco.org.br/home/assine-a-carta-de-protesto-ao-senado-federal-contra-a-lei-da-homofobia?origem=8

PS: Quem quiser confirmar por si mesmo, acesse o link: http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Comissoes/Permanentes/CDH/Pautas/20110512EX026.pdf

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Spe Deus

Durante as manifestações no Egito eu me perguntava o que sairia daquela panela de pressão, prestes a estourar? A análise abaixo deixa claro certas coisas que a demagogia não permitia comentar durante os acontecimentos.

Spe Deus

Um "islamofóbico" confessa-se

Em plena praça Tahrir, 200 cidadãos festejaram a queda de Mubarak violando ou, para usar o eufemismo em voga, agredindo sexualmente a jornalista americana Lara Logan (do 60 Minutes). Fonte da CBS, a estação de Logan, afirma que esses pacifistas sedentos de liberdade (e de senhoras, aparentemente) gritavam a palavraJew! (Judia!) durante o acto, pormenor omitido na vasta maioria das notícias sobre o episódio.

Compreende-se a omissão. O optimismo face à evolução da situação egípcia é tal que qualquer nota dissonante arrisca-se a ser mal interpretada. Eu, por exemplo, estive quase a sugerir aos que comparam o levantamento no Cairo com o 25 de Abril ou com o fim do comunismo no Leste europeu que inventariassem o número de repórteres violadas, perdão, sexualmente agredidas por multidões na Lisboa de 1974 ou na Budapeste de 1989. Porém, depois desisti. A mais vaga reticência à pureza intrínseca dos muçulmanos em êxtase suscita logo insinuações de "islamofobia" e "racismo".

Por acaso, não vejo de que modo a opinião negativa sobre uma determinada crença religiosa pode indiciar racismo. Quanto à crença propriamente dita, parece-me confuso acusar-se os cépticos de aversão ao islão enquanto se garante que a revolta no Egipto é completamente secular. Entre parêntesis, convém notar que a presença de um tarado teocrático à frente da novíssima reforma constitucional garante uma secularização sem mácula.

Fora de parêntesis, confesso: chamo-me Alberto e sou um bocadinho "islamofóbico". Nem sei bem porquê. Talvez porque, no meu tempo de vida, nenhuma outra religião inspirou tantas chacinas (já repararam que há pouquíssimos atentados reivindicados por católicos, baptistas, judeus, budistas ou hindus?). Talvez porque nenhuma outra religião relevante pune os apóstatas com a pena de morte. Talvez porque não perceba que os países subjugados à palavra do Profeta consagrem na lei ou no costume o desprezo (e coisas piores) de mulheres, homossexuais, pretos, brancos e fiéis de outras religiões. Talvez porque não se possa dizer que a sharia trata as minorias abaixo de cão dado que, não satisfeitos com o enxovalho dos semelhantes, os muçulmanos também acreditam que os cães são uma emanação do demónio e sujeitam os bichos a crueldades inomináveis. Talvez porque alguns líderes espirituais do islão foram convictos aliados de Hitler na época do primeiro Holocausto e alguns dos seus sucessores ganham a vida a exigir o segundo. Talvez porque a presumível maioria de muçulmanos ditos "moderados" é discreta ou omissa na condenação dos muçulmanos imoderados. Talvez porque, nas raras oportunidades democráticas de que dispõem, os muçulmanos ditos "moderados" teimem em votar nos partidos menos moderados (na Argélia ou em Gaza, por exemplo). Talvez porque inúmeros muçulmanos se ofendam com as liberdades que o Ocidente demorou séculos a conquistar, incluindo o subvalorizado mas fundamental direito ao deboche. Talvez porque uma considerável quantidade de imigrantes muçulmanos no Ocidente rejeite qualquer esboço de integração e, pelo contrário, procure impor as respectivas (e admiráveis) tradições. Talvez porque, no Ocidente, o fervor islâmico colhe a simpatia dos espíritos totalitários à direita (já vi skinheads a desfilar lenços palestinianos e a manifestar-se em prol do Irão) e, hoje, sobretudo à esquerda.

E é isto. São minudências assim que determinam a minha fobia, no fundo uma cisma pouco fundamentada. Um preconceito, quase. Sucede que muitos dos que, do lado de cá de Bizâncio, acham intolerável tal intolerância, são pródigos na exibição impune de fobias ao cristianismo ou ao judaísmo (o popular "anti-sionismo"). E essa disparidade masoquista, receosa e ecuménica de pesos e medidas constitui, no fundo, o reconhecimento do confronto que nos opõe ao islão, mesmo o islão secular e cavalheiro da praça Tahrir, e o maior sintoma de que eles estão a ganhar por desistência. Adivinhem quem está a perder.

Alberto Gonçalves

(Fonte: DN online)