segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Extraido de O Possível e O Extraordinário um blog de variedades do universo católico.


11 de setembro: pró-vida é assassinado!

Assassinaram um ativista pró-vida hoje, 11, pela manhã. A vítima, James Pouillon, 63, foi alvejada com vários tiros enquanto segurava um cartaz com a imagem de um bebê e a palavra LIFE. A mídia local já divulga o fato e menciona o ativismo pró-vida da vítima.

Testemunhas afirmam que o ativista, bem conhecido pelos pró-vidas do estado de Michigan, levou de três a dez tiros enquanto estava num jardim em frente a uma escola pública, defendendo o direito fundamental à vida e usando o tanque de oxigênio do qual era dependente.

A polícia já tem um suspeito sob custódia: um homem de 33 anos que também assumiu o assassinato de Mike Fuss, empresário morto no escritório onde trabalhava, também nesta manhã.

A agência de notícias, Associated Press (AP), noticiou o fato que foi publicado pelo Yahoo! News, MSNBC, Fox News.

Para o chefe de polícia, Michael Compeau, o assassinato de James foi premeditado.

Mais no Twitter: James Pouillon.

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A intimidação a militantes pró-vida é um exercício comum nos EUA, como informa o site NCRegister.

A bronca do Itamar, a ditabranda e outros assuntos...

Email que circula pela internet com trechos de uma entrevista de Itamar Franco e um artigo comparando a "democracia" com o regime militar. Muito interessante e que merece ser lido.


No Diário do Comercio de hoje (27/08/2009), na primeira página:
SÓ ELE TEM TOPETE PARA DAR UM PITO EM LULA: ITAMAR.
"O ex-presidente Itamar Franco criticou Lula por "interferir mais que os militares" - uma "interferência indevida e violenta do Executivo no Congresso". A manipulação do Senado é total. E Lula "se diz muito democrata".
Agora, leia a materia abaixo:
DITADURA MILITAR ??!!
(Jornalista PAULO MARTINS - GAZETA DO PARANA)
Está aí uma ditadura pior do que aquela que hoje insistem em apelidar de "ditadura militar". Como nos dias de hoje, naquele período fui também um crítico. Mas não lembro de ter sido perseguido, como insistem em afirmar que era o hábito da época aqueles que, por falta de argumento para uma retórica razoável, apelam sem disfarces para o desvirtuado e corrosivo "ouvi dizer".
Que ditadura era aquela que me permitia votar? Que nunca me proibiu de tomar uma cervejinha num desses bares da vida após as vinte e três horas? Ou num restaurante de beira de estrada? Que ditadura era aquela que (eu não fumo) nunca proibiu quem quer que seja de fumar?
Que ditadura era aquela que nunca usou cartão corporativo para que as primeiras damas colocarem até botox no rosto ou para outros roubarem milhões de reais do povo brasileiro?

Vi, sim, perseguições, porém contra elementos de alta periculosidade à época, como o eram os Zé Dirceus, os Zés Genoinos, as Dilmas Roussefs (as Estelas), os Marcos Aurélios Garcias (top´top), os Diógenes (assassino do capitão Schandler); como os que colocaram bombas em lugares públicos, como aquela no aeroporto Guararapes, cujo resultado foi a morte de gente inocente, ações de subversivos que desejavam implantar no Brasil um regime comunista ( a la Cuba) e, para tal, seguiam planos de formar nas selvas o que hoje, na Colômbia, chamam de Farc's.
Que ditadura era aquela que permitia que a oposição combatesse o governo, como ocorria com deputados como Ulisses Guimarães, apenas para se citar um nome? Que ditadura era aquela que jamais sequer pensou em proibir a população de usar armas para se defender, como hoje criminosamente pretendem ?
Que ditadura era aquela que, em nome da democracia, jamais permitiu invasão de propriedades e jamais sustentou bandidos com cestas-básicas em acampamentos (e agora com bolsa invasor) e jamais impediu a polícia de agir em defesa da lei e da ordem, como a ditadura de hoje?
Que ditadura engraçada aquela que chegou a criar até partido de oposição! Que não tinha ministro fazendo top-top para o povo, que não tinha ministra mandando o povo "relaxar e gozar" ! Curiosa essa "democracia" de agora, em comparação ao que chamam de "ditadura militar", "democracia" que permite que ladrões de dinheiro público continuem ocupando cadeiras no parlamento e cargos no governo e tolera um presidente alegar que "não sabia" das falcatruas de seus "companheiros" para fugir de sua responsabilidade com a coisa pública.
Que ditadura militar era aquela que jamais deu dinheiro de mão beijada para governantes comunistas, amigos de presidente, como ocorre com a ditadura de hoje e, contra a qual não nos permitem sequer contestação?
Que ditadura era aquela que jamais proibiu a revelação das fuças de bandidos em foto e TV como ocorre na "democracia" de hoje, numa gritante e vergonhosa proteção do meliante, agressor da sociedade? Escuta telefônica, eis mais uma ação da "democracia" de hoje e proibida à época "daquela ditadura militar".
Ah...É verdade: aquela ditadura proibia casamento de homem com homem, sexo explícito na TV alcançando crianças, proibia a pouca vergonha e não dava folga para corruptos que eram cassados quando prevaricavam, sem permitir que a sociedade fosse punida com a permanência do malfeitor no palco da corrupção, dos delinqüentes quem hoje, fazem CPIs para tapearam a sociedade e se escalam às mesmas como raposas cuidando do galinheiro.
Caetano Veloso está quieto em relação a essa ditadura que hoje aí está. Apostasia de "seu ideal"? À época lançou a música "É proibido proibir". Hoje se cala. O que ajudou a promover, junto com Chico Buarque, Gilberto Gil e outros, está no poder. Que pelo menos altere o nome da música para os dias de hoje para: "É permitido proibir"... E que vá se catar.

sábado, 12 de setembro de 2009

O Brasil na mira da

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Nashville, a cidade de Al Gore, pontífice do “aquecimento global” bateu o recorde de frio num 21 de julho, pleníssimo verão do Hemisfério Norte. Foi a temperatura mais baixa desde 1877 (início das medições).
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Al Gore profetizara que no Hemisfério Norte este ano haveria um “verão-churrasco”, um dos “cinco anos mais quentes já havidos”, lembrou o jornalista britânico Christopher Booker do diário londrino “The Telegraph”.
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Duas fontes oficiais – com base em dados de satélites – mostraram que em junho as temperaturas ficaram no nível médio dos últimos 30 anos, acrescentou “The Telegraph”. Tudo como dantes no quartel de Abrantes...
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Pelo contrário, o Goddard Institute for Space Studies, dirigido por James Hansen, outro dos principais coristas apocalípticos, anunciou que nesse mês o mundo esquentou estonteantes 0,63 graus centígrados. Quer dizer, mais do que o aquecimento na totalidade do século XX!
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O recorde de frio da cidade de Al Gore diz muito pouco sobre o clima planetário. A todo momento se registram recordes para cima ou para baixo na Terra. Picos pontuais não podem ser generalizados. Clima é sinônimo de variabilidade constante.
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Mas, o Al Gore que não liga para a realidade objetiva da natureza é, antes de tudo, um político. Enquanto tal, é sensível às situações ridículas que podem custar perda de popularidade, como a criada pelo frio recorde de Nashville.
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Ele, porém, reagiu a esse ridículo com o estoicismo de um monge budista, de um faquir ou de um místico sufi. Tal constatação convida a refletir sobre o grau de adesão que a “religião verde” exige de seus adeptos.
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Que religião é essa que tantos cientistas ponderados denunciam como sendo o âmago de boatos e fraudes como o “aquecimento global”? O que é que ela ensina? O que é que ela visa?
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Isso é matéria de reflexão. Sobre tudo quando o Brasil está na mira da 15º Conferência Mundial do Meio Ambiente ‒ COP 15 (Copenhague, 7 a 18 de dezembro), e, talvez, o próximo presidente queira incluir essa “religião” na sua plataforma de governo.
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Uma denúncia que merece ser analisada.

Confesso que toda essa ansia em regular o pré-sal está me parecendo exagerada e muito suspeita. Até o momento apenas políticos ou ocupantes de cargos politicos da Petrobras se manifestaram. Não vi ainda uma exposição de um técnico sobre o assunto que pudesse esclarecer por completo o assunto. Vejam a contradição curiosa: Se para achar duas pequenas caixas-pretas de um avião desaparecido no mar já está tão difícil e complicado, o que dirá explorar um filão de petróleo que ainda não se sabe se realmente comporta tanta euforia? A mentira tem sido a arma de muitos governos de esquerda. Abaixo a opinião de um técnico que tem circulado por email.
Pré-Sal
Senhores Senadores / Senhoras Senadoras.

Senhores Deputados / Senhoras Deputadas.

O uso intensivo da mídia pela PETROBRAS e pelo Governo Federal para vender a chamada descoberta de petróleo do século e a redenção do BRASIL é um caso típico de desserviço prestado ao BRASIL e ao seu povo, um país com problemas crônicos, principalmente na área da educação e da saúde, que clamam por solução de há muito, para que a Presidência da República coloque o Congresso Nacional contra os brasileiros e as futuras gerações, forçando-o a aprovar, em regime de urgência, um marco regulatório para a exploração de petróleo do PRÉ-SAL, que não serve para nada no momento, a não ser desviar a atenção da população de seus reais problemas.

É que toda e qualquer declaração atual sobre qualquer possível volume de petróleo descoberto no PRÉ-SAL não passa de pura especulação. Não existe no mundo ninguém e nenhum geólogo de petróleo em nenhuma companhia de petróleo, inclusive na PETROBRAS, que consiga chegar a um desses valores declamados em prosa e verso e provar que ele é verdadeiro. São somente estimativas, em virtude da falta de uma base confiável de parâmetros que permitam cubar qualquer reserva de petróleo dessa ordem de grandeza.

O conhecimento adquirido pela indústria do petróleo ao longo de mais de um século de exploração no mundo inteiro mostra ser muitíssimo pouco provável, ou melhor, impossível a existência de um lençol contínuo de petróleo como este anunciado para o PRÉ-SAL, devido a uma série de impossibilidades: físicas, químicas, biológicas e, principalmente, geológicas.

Deste modo, é uma falácia a afirmação de que temos um lençol de petróleo no PRÉ-SAL de tamanho 800km x 200km ao longo da Costa Leste Brasileira.

Portanto, este marco regulatório, que se tenta aprovar em regime de urgência, sem uma discussão ampla com a sociedade, é apenas a volta pura e simples, de forma disfarçada, ao monopólio estatal de petróleo; um verdadeiro desserviço que estão prestando ao BRASIL, um verdadeiro crime de lesa-pátria.

A PETROBRAS, literalmente de pires na mão, não está dando conta sequer do que foi planejado estrategicamente para se explorar acima da camada de sal, como poderia arcar com os investimentos no PRÉ-SAL, se estes realmente se viabilizarem, sabe-se lá quando? Com o marco regulatório aprovado do jeito que está sendo proposto, sem uma discussão ampla e profunda com todos os setores, não teremos nenhum aporte de capital estrangeiro, e não se explora e se produz petróleo, muito menos ainda no PRÉ-SAL, com bananas e tacapes e sim com muito dinheiro e muita tecnologia de ponta, e nós, simplesmente, não temos nem uma coisa nem outra, no momento.

Nossos técnicos são criativos, mas tecnologia de ponta nós não desenvolvemos, as nossas universidades não desenvolvem. Nós importamos os componentes e, com o jeitinho que nos é peculiar, montamos as ferramentas e os equipamentos e os operamos. Daí dizerem que dominamos a tecnologia para exploração em águas profundas.

Nada disso! Dominamos somente a parte operacional, porque toda a tecnologia é desenvolvida lá fora, por encomenda da PETROBRÁS, é claro, mas a tecnologia para fabricação de ferramentas e equipamentos para exploração e produção de petróleo em águas profundas nós não temos, não dominamos.

Como se sabe, a pressa é inimiga da perfeição. A exploração do Campo de Piranema, em águas profundas do Estado de Sergipe, pode ser um bom exemplo para reflexão por todos nós. A pressa em se mandar construir no estrangeiro uma plataforma de “casco redondo” – a primeira do mundo na propaganda da PETROBRAS – a peso de ouro, quando se podia construir uma plataforma com o casco em outro formato qualquer em um estaleiro nacional, sem que o campo descoberto estivesse sequer parcialmente delimitado e o estudo da sua viabilidade econômica pudesse ser feito com mais segurança, parece não ter dado certo.

Em documento enviado a Procuradoria da República no Estado de Sergipe, e também encaminhado aos Senhores e Senhoras ( Oficio_SAJR-PR-SE_nº_70-2009), eu questionei, poucos anos atrás, a desnecessidade da construção da plataforma de produção antes da delimitação do campo com a perfuração de mais poços exploratórios, denominados poços pioneiros adjacentes e poços de extensão. E fiz esse questionamento com a minha experiência de cerca de 20 anos trabalhando na Bacia de Sergipe e Alagoas e de Pernambuco e Paraíba como geólogo de petróleo exploracionista da PETROBRAS, que me habilita a fazer declarações técnicas sobre tipos de acumulações existentes nessas Bacias, tipos de rochas reservatórios e seus mecanismos de produção.

A PETROBRAS, não sei por quais motivos, nunca veiculou para a imprensa e Bolsa de Valores, que as rochas reservatórios do Campo de Piranema eram pseudos turbiditos (corpos arenosos imersos numa gigantesca massa de folhelhos), com pressão anormalmente alta para a profundidade em que se encontram atualmente, o que podia caracterizar corpos de pequenas dimensões, e cuja produção logo entraria em depleção (S. f. Med. 1. Redução de qualquer matéria armazenada no corpo. Aurélio). E parece ser o que já está ocorrendo, bem antes que o esperado.

Por gentileza, Senhores e Senhoras, leiam no texto a seguir a preocupação da bancada federal do Estado de Sergipe com a diminuição drástica da produção de petróleo no Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe:

[...] Parlamentares da bancada de Sergipe, por iniciativa do deputado Albano Franco (PSDB), se reuniram no fim da manhã desta quarta-feira, dia 26.08.2009, com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para cobrar explicações sobre a paralisação da produção de Petróleo no campo de Piranema, localizado em Estância. "Os problemas seriam de ordem técnica. O senhor Gabrielli nos garantiu que a produção será retomada até o início do mês de setembro", disse o deputado José Carlos Machado (Democratas-SE) ao sair do encontro.

A produção no campo de Piranema foi paralisada há 15 dias sem que o prefeito do Município de Estância, Ivan Leite, ou mesmo a população obtivesse qualquer explicação sobre o ocorrido. O deputado José Carlos Machado, que discursou sobre o assunto nesta semana no Plenário da Câmara dos Deputados, lembrou do grande investimento feito para iniciar a prospecção de petróleo no campo de Piranema e reclamou da gradativa diminuição do repasse dos royalties ao município. "Houve um investimento de cerca de 500 milhões de reais para colocar esse campo em operação, informação anunciada com toda a pompa possível pelo presidente Lula da Silva em 2007, durante a inauguração. Recentemente, me foram apresentados dados que mostram que o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil. Quem sofre com isso? A população, é claro", afirmou [....]

A PETROBRAS pode até afirmar que a suspensão da produção foi de ordem técnica, mas fica uma dúvida no ar: falha com os equipamentos dos poços em produção no fundo do mar ou os reservatórios são mesmo limitados e não conseguem mais manter a produção inicial do Campo de Piranema?

A verdade é que a produção não foi interrompida abruptamente e sim veio caindo ao longo dos meses, como mostra parte final do texto acima: “[...] o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil. [...]”.

Portanto, infelizmente, tudo indica que os poços ora em produção no Campo de Piranema já entraram em depleção acentuada. Resumindo: para atingir e manter a produção de 10.000 barris diários no Campo a PETROBRAS terá que perfurar e colocar muitos poços em produção em muito pouco tempo - o que não é logisticamente recomendável nem possível (faltam plataformas de perfuração no mercado) - o que esgotaria as reservas do campo mais rapidamente ainda, evidenciando a total desnecessidade da construção da tão imprescindível plataforma de casco redondo, a toque de caixa e repique de sino, nas últimas eleições, como se o seu formato fosse realmente determinante para a extração do petróleo, o qual se encontra nos reservatórios há milhões de anos.

Sendo assim, e voltando ao marco regulatório do PRÉ-SAL, solicito aos Senhores Senadores e Senhores Deputados, Senhoras Senadoras e Senhoras Deputadas, com o pensamento voltado exclusivamente para o bem do BRASIL e de nossas gerações futuras, que deixem para analisar o marco regulatório depois das eleições de 2010 e que discutam isso até a exaustão com toda a sociedade, porque é a única coisa sensata a se fazer no momento: O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL É A ÚLTIMA FRONTEIRA.

Por favor, Senhores e Senhoras, não permitam que essa pressa injustificável transforme as descobertas do PRÉ-SAL em algo semelhante ao desastre que está se delineando para o Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe.

Atenciosamente.

Ivo Lúcio Santana Marcelino da Silva

TE 0018515721-86.

Rua São Judas Tadeu, 313 – Pereira Lobo.

CEP 49050-710 / ARACAJU-SE.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Novo golpe contra a agricultura no Brasil

Vamos protestar contra esse golpe mortal na agropecuária!


O MST exigiu e o Presidente Lula concordou!

Depois de reunião com líderes do MST, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, prometeu publicar em 15 dias portaria com a revisão dos índices de produtividade. Esses índices são utilizados pelo Incra (o maior inimigo da propriedade particular no campo) para averiguar se determinada fazenda pode ou não ser desapropriada para a reforma agrária.

A proposta dos novos índices está sendo revista pela Assessoria de Gestão Estratégica, depois de terem sido elaborados pelo Ministério da Agricultura, em conjunto com o do Desenvolvimento Agrário.

Todo mundo sabe que devemos a estabilidade de nossa economia ao Agronegócio. Está dando certo e é responsável por 30% de nosso PIB. Faz com que nossa balança comercial seja positiva e sobretudo alimenta nosso sofrido povo brasileiro!

Terras mais baratas para a Reforma Agrária.

Na realidade o governo quer é ter terras mais baratas para a Reforma Agrária!
Foi o que declarou o ministro Guilherme Cassel , do Desenvolvimento Agrário
Ao jornal O Estado de São Paulo em 7 de julho de 2006


O mesmo ministro esbravejou recentemente

Esses senhores feudais não podem dispor da terra como quiserem, sem levar em conta a produção de alimentos”. Mais um escorregão do ministro que parece não saber que nossa produção é mais que suficiente para nosso mercado interno e para o exterior, área em o Brasil figura entre os maiores países exportadores.

Vamos recorrer portanto ao Sr. Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que se baseia em critérios técnicos e não ideológicos ou oportunistas em suas decisões, para que não deixe essa loucura acontecer! Como se não bastassem as ameaças de desapropriação de terras para indígenas e quilombolas, as perseguições pelas perto de 16.000 normas ambientalistas e pelas instruções trabalhistas pela pretensa prática do dito “trabalho escravo”, essa nova ameaça destruirá por definitivo a propriedade privada no campo.

Esperamos que O Senhor Ministro da Agricultura, os senhores senadores e deputados, para quem enviaremos cópia de nosso protesto possam ter sucesso nessa providência que lhes pedimos para tomar.

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