terça-feira, 4 de março de 2008

Exposião "Revolução Genômica"

Por dentro do DNA

(Por Fábio de Castro)

Agência FAPESP - A versão brasileira da exposição Revolução Genômica, criada pelo Museu de História Natural de Nova York, será aberta ao público nesta sexta-feira (29/2), em São Paulo, no Pavilhão Armando de Arruda Pereira, no Parque do Ibirapuera, onde permanece até 13 de julho.

Visitada por mais de 800 mil pessoas em diversos países, a mostra usa elementos interativos para explicar conceitos científicos e explorar o impacto das descobertas sobre o genoma na medicina, na agricultura e no cotidiano. O espaço da exposição também abrigará, nos finais de semana, um amplo ciclo de palestras relacionadas ao tema, com organização da revista Pesquisa FAPESP.

A exposição, instalada em uma área de 2 mil metros quadrados, foi trazida ao Brasil por intermédio do Instituto Sangari, que espera receber de 500 mil a 600 mil visitantes. O orçamento foi de R$ 4,5 milhões, segundo os organizadores. A exposição tem apoio de diversas empresas e instituições, entre as quais a FAPESP.

A curadoria é assinada pela professora aposentada do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da Universidade de São Paulo (USP), Eliana Beluzzo Dessen e pela jornalista Mônica Teixeira, assessora do Núcleo de Educação da Fundação Padre Anchieta e autora do livro O projeto Genoma Humano.

Segundo Eliana, a exposição foi ampliada em relação à original. Além da seção dedicada aos conceitos científicos relacionados ao DNA, seu estudo, seqüenciamento e aplicação, a versão brasileira ganhou uma introdução que remete à noção de biodiversidade, localizando o DNA no organismo das diferentes espécies, além de uma conclusão voltada às aplicações do conhecimento à genética de alimentos - um ponto forte da genômica brasileira.

"Fizemos também uma adaptação da linguagem à capacidade de leitura do público brasileiro. Nas seções complementares procuramos expressar as idéias usando menos texto e enfatizando a compreensão sensorial", disse Eliana à Agência FAPESP.

Segundo a professora, que é coordenadora de Educação-Difusão do Centro de Estudos do Genoma Humano, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da FAPESP, a linguagem foi desenvolvida com foco em alunos do ensino médio.

"Sabemos que, por causa da abstração que envolve a genômica, os estudantes têm grande dificuldade para compreender. Por isso, a exposição procura associar a informação didática a uma apresentação intuitiva e concreta", explicou.

A mostra começa com uma passagem por um salão que apresenta a diversidade de organismos existentes - incluindo animais vivos e taxidermizados, plantas, fotos e filmes. Em seguida, o visitante faz um passeio por dentro de uma célula com organelas tridimensionais, onde pode localizar o DNA.

Na segunda parte, que corresponde à exposição original, o visitante tem informações sobre a descoberta do DNA e aprende conceitos importantes como hereditariedade e os elementos que formam a dupla hélice do código genético.
Os conceitos são apresentados de forma interativa: o visitante pode, por exemplo, alterar os genes de uma mosca e observar, em uma projeção, as conseqüências no animal. São apresentadas também tecnologias de seqüenciamento.

Genômica e biodiversidade

A última parte reúne casos brasileiros de aplicação do conhecimento genômico, destacando o desenvolvimento de produtos agrícolas e o seqüenciamento da bactéria Xylella fastidiosa, praga que atinge plantações de laranja. "Essa parte é centrada em dois conceitos fundamentais em melhoramento genético: a seleção artificial e a seleção natural", disse Eliana.

Para o paleontólogo Niles Eldredge, da curadoria do Museu de História Natural de Nova York, os acréscimos brasileiros, voltados para a biodiversidade, representaram um avanço para a exposição. "A montagem deu uma dimensão mais ampla à mostra, colocando em perspectiva a relação entre genômica e biodiversidade", disse.

Segundo o paleontólogo, a versão brasileira ajuda a levantar diversas questões. "A discussão aborda perguntas como: por que a biodiversidade é importante para a vida na Terra, o que estamos fazendo para destruir a biodiversidade tão rapidamente e como salvar a biodiversidade no planeta", afirmou.

De acordo com o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, que faz parte do comitê científico da exposição, o estímulo aos questionamentos é justamente um dos principais objetivos da mostra.

"A idéia de uma exposição desse gênero não é passar ao visitante toda a informação sobre o tema abordado. O objetivo é que o visitante seja levado a mais questionamentos e que saia fazendo perguntas mais inteligentes do que antes", disse.

Para Brito Cruz, o caráter de divulgação científica da exposição é fundamental para o público brasileiro. "Nós, cientistas, achamos que a ciência é algo belo e fascinante, mas para o público ela pode parecer complicada e difícil. Temos que criar condições para que se possa perceber que as idéias fundamentais por trás do desenvolvimento científico são compreensíveis por todos", afirmou.

A programação de eventos organizada pela revista Pesquisa FAPESP começa no próximo sábado (1º/3), às 15h, com a palestra "Biodiversidade e a sexta extinção", apresentada pelo paleontólogo Niles Eldredge, do Museu de História Natural de Nova York.

Em conjunto com o também paleontólogo norte-americano Stephen Jay Gould, Eldredge criou, em 1972, a teoria do equilíbrio pontuado. Desenvolveu uma visão hierárquica dos sistemas evolutivo e ecológico, e também formulou uma teoria abrangente (sloshing bucket), que especifica em detalhes como a mudança ambiental rege o processo evolutivo. Um crítico das teorias da evolução focadas no gene, seu livro Why We Do It (2004) apresenta uma alternativa para a psicologia evolutiva, que se baseia nos genes para explicar o comportamento dos seres humanos.

Mais informações: www.revolucaogenomica.com.br

Boletim Agência Fapesp, 29 fev. 2008.

domingo, 2 de março de 2008

::. Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt .::


Precisamos nos comunicar com estes Srs. pedindo que os seres humanos no estagio embrionário sejam (como de fato são) considerados humanos com dignidade e direitos próprios não sendo permitido a utilização, manipulação, congelamento como um simples material biológico.


EMBRIÃO HUMANO: pessoa ou coisa?

O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008 e você pode fazer a sua parte!

O julgamento está previsto para a sessão do dia 5 de março de 2008, no Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus: os seres humanos em estágio embrionário. Será o julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humano. (clique para entender o processo)

Se o embrião humano é pessoa - Ele tem dignidade humana

Se o embrião humano é coisa - Ele não merece respeito algum;

Se é humano, não pode ser manipulado, congelado ou destruído;
Se é coisa pode ser manipulado, congelado ou destruído;

Se é humano, não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias
Se é coisa, pode ser usado como simples material biológico

A vida humana começa com a fecundação do óvulo. Alí cada pessoa já merece respeito e proteção. Se for aprovado que a vida humana só começa após alguns meses de gravidez e não em seu início, isso significa que o aborto nesse período não é crime. Tirou-se uma coisa do ventre materno e não uma vida em desenvolvimento.

Você pode salvar a muitas vidas

Reze muito: Vamos suplicar à Rainha da Vida por nosso país!

Ofereça sacrifícios: A luta é contra o Demônio!

Esclareça seus amigos sobre isso

Envie uma mensagem por e-mail ou fax para os membros do STF: escreva que você é a favor da vida que se inicia com a fecundação do óvulo e se encerra com a morte natural.

Ajude-nos a fazer uma "tempestade de e-mails e fax" para o STF. Eles estão ali como nossos representantes!

Entre em contato com os Ministros do Supremo. Segue os endereços dos responsáveis por essa votação:

http://www1.stf.gov.br/institucional/quemequem/quemequem.asp
PRESIDENTE: MINISTRA ELLEN GRACIE

GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ellengracie@stf.gov.br
Telefone: (61) 32174221 / 32174242 / 32174241
Fax: (61)32174249


SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA

Secretário-Geral da Presidência
Manoel Lauro Volkmer de Castilho (manoel.castilho@stf.gov.br)

Assessor Especial da Presidência
Ângelo Tabet (angelotabet@stf.gov.br)

Assessor-Chefe da Presidência
Vilmar Nery Lourenço (VilmarN@stf.gov.br)

Assessora Internacional
Cláudia Nunes Pinta Gama (cgama@stf.gov.br)

Assessores
Cláudio Muradas Stumpf (claudiom@stf.gov.br)
Fernanda Ribeiro Ganem (fernandaR@stf.gov.br)
Lêda Marlene Bandeira (ledam@stf.gov.br)
Maria Ângela Jardim de Santa Cruz Oliveira (mariangela@stf.gov.br)
Maria da Conceição Serafim Mondini (conceicaosm@stf.gov.br)
Salomão Almeida Barbosa (salomao@stf.gov.br)
Sérgio Guizzo Dri (sergiog@stf.gov.br)
Walter Schröder Moreira Santos (walter@stf.gov.br)

Secretaria de Comunicação Social
Delorgel Valdir Kaiser (kaiser@stf.gov.br)
Telefone: 32173823
Fax: 32173827

Coordenadoria de Rádio
Marlon Herath
Telefone: 32174602

Coordenadoria de Imprensa
Maria José Costa Mundim (marizete@stf.gov.br)
Telefone: 32173824

Coordenadoria de Televisão
Celso Pedroso Fontão Júnior (celso@stf.gov.br)
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Assessoria de Articulação Parlamentar
Guido Faria de Carvalho (guido@stf.gov.br)
Telefone: 32174041
Fax: 32174045

Assessoria de Cerimonial - Telefone: 32174063

SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO
Edna Isabel Brito Gonçalves Prandini (ednaip@stf.gov.br)
Telefone: 32173802
Fax: 33221072

Coordenadoria de Acompanhamento da Gestão
Armando Akio Santos Doi (armandod@stf.gov.br)
Telefone: 32173810
Fax: 33221072

Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização
Eduardo Martins dos Santos (eduardos@stf.gov.br)
Telefone: 32173815
Fax: 33221072

GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES (Vice-Presidente)

Chefe de Gabinete
Marisa de Souza Alonso (marisas@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Suely de Oliveira Camargo (suelyc@stf.gov.br)
Telefone: 32174175
Fax: 32174189

E-Mail Ministro: (mgilmar@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRO CELSO DE MELLO

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Raquel Bezerra Cândido Amaral Leitão (raquelbc@stf.gov.br)
Euler Barros Ferreira Lopes (eulerb@stf.gov.br)
Viviane Monici Vieira (vivianem@stf.gov.br)
Tiago Neiva Santos

Chefe de Gabinete
Janeth Aparecida Dias de Melo (janeth@stf.gov.br)

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Francisco de Assis Macario de Oliveira (franciscoam@stf.gov.br)
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E-Mail Ministro: (mcelso@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRO MARCO AURÉLIO

Assessores
João Bosco Marcial de Castro (joaobmc@stf.gov.br)
Maria Adrianna Lobo Leao de Mattos (adrianna@stf.gov.br)
Adriane da Rocha Callado Henriques (adrianeh@stf.gov.br)
Marcelo Ribeiro do Val (marcelor@stf.gov.br)
Flávio Jaime de Moraes Jardim (flavioj@stf.gov.br)

Chefe de Gabinete
Marcos Paulo Loures Meneses (marcosp@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Alessandra Marreta Porangaba Barbosa (alessandramp@stf.gov.br)
Telefone: 32174281
Fax: 32174309

E-Mail Ministro: (marcoaurelio@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRO CEZAR PELUSO

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Paulo Penteado de Faria e Silva Neto (paulop@stf.gov.br)
Marta Cristina Cury Saad Gimenes (martac@stf.gov.br)
Maria Cristina Petcov (mpetcov@stf.gov.br)
André de Albuquerque Cavalcanti Abbud (andred@stf.gov.br)
Roger Galino (rogerg@stf.gov.br)

Chefe de Gabinete
Carla Kindler Rosanova Sotto (carlak@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Maria Lucia Fernandes Melo (mluciam@stf.gov.br)
Telefone: 32174191
Fax: 32174219

GABINETE MINISTRO CARLOS BRITTO

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Beatriz Ventura Teixeira Coimbra (beatriz@stf.gov.br)

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Telefones: 32174311 / 32174312 / 32174314 / 32174331
Fax: 32174339

E-Mail Ministro: (gcarlosbritto@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

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George Rodrigo Bandeira Galindo
Carla Adriana Stocco
Rodrigo Golivio Pereira
Flávia Beatriz Eckhardt
Thiago Buschinelli Sorrentino

Chefe de Gabinete
Gabriel de Mello Galvao

Oficial de Gabinete
Marco Aurélio Lúcio (marco@stf.gov.br)
Telefone: 32174131
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E-Mail Ministro: (gabminjoaquim@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRO EROS GRAU

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Raquel Lopes Jorge Siqueira (raquelj@stf.gov.br)
Vinicius Gomes dos Santos (viniciusg@stf.gov.br)
Francisco de Assis de Lima (franciscol@stf.gov.br)
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Renata Braga Cordeiro de Miranda (renata@stf.gov.br)

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Alexandra Mery Hansen Matsuo (alexandram@stf.gov.br)

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Eva dos Santos (evas@stf.gov.br)
Telefone: 32174380
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GABINETE MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI

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Amanda Flávio de Oliveira (amandaf@stf.gov.br)
Dennys Albuquerque Rodrigues (dennys@stf.gov.br)
Manoel Carlos de Almeida Neto (manoelcarlos@stf.gov.br)
Davi de Paiva Costa Tangerino (davip@stf.gov.br)
Luiz Gustavo Bambini de Assis (gustavo.bambini@stf.gov.br)

Chefe de Gabinete
Patrícia Maria Landi da Silva Bastos (patriciaml@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Eliane Nestor da Silva Santos (elianes@stf.gov.br)
Telefone: 32174256
Fax: 32174279

E-Mail Ministro: (gabinete-lewandowski@stf.gov.br)

GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

Assessores
Franke José Soares Rosa (franke@stf.gov.br)

Chefe de Gabinete
Ana Valéria de Oliveira Teixeira (anavt@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Telefone: 32174342
Fax: 32174355 / 32174369

GABINETE MINISTRO MENEZES DIREITO

Oficial de Gabinete
Alexandre Willians Makla de Andrade Silveira (alexandrew@stf.gov.br)
Telefone: 32174114
Fax: 32174129

SECRETARIA DO TRIBUNAL
Sérgio José Américo Pedreira (sergio.pedreira@stf.gov.br)
Diretor-Geral
Telefone: 32174400 / 32174403
E-Mail: gabinetedodiretorgeral@stf.gov.br

Coordenador do Gabinete do Diretor-Geral
Clênio Moreira Castañon (clenio@stf.gov.br)
Telefone: 32174401
Fax: 32174412

Assessoria Jurídica
Mônica Maria Gomide Madruga Ribeiro (monicag@stf.gov.br)
Telefone: 32174427
Fax: 32174428

Assessoria de Gestão Estratégica
Andréia Fernandes de Siqueira (andreia@stf.gov.br)
Telefone: 32174419 / 32174417
Fax: 32174429

Coordenadoria de Segurança
Sérgio Luiz de Oliveira Freitas
Telefone: 32173223
Fax: 33232380

SECRETARIA JUDICIÁRIA
Ana Luiza Mottecy Veras (ana@stf.gov.br)
Telefone: 32173613
Fax: 32173614

Coordenadoria de Processamento Inicial
Angela Berenice de Camargo Neves Duarte (angela@stf.gov.br)
Telefone: 32173636

Coordenadoria de Processamento do Plenário
Maria Das Graças Camarinha Caetano (camarinha@stf.gov.br)
Telefone: 32173664
Fax: 32173614

Coordenadoria de Processamento da Primeira Turma
Cecília Maria Pinheiro Montenegro Bugarin (ceciliab@stf.gov.br)
Telefone: 32173690

Coordenadoria de Processamento da Segunda Turma
Edméa Paiva de Moraes Piazzi
Telefone: 32174054

Coordenadoria de Processamento Final
Rosemary de Almeida (rosemarya@stf.gov.br)
Telefone: 32173647
Fax: 32173649

SECRETARIA DAS SESSÕES
Luiz Shiyoji Tomimatsu (tomimatsu@stf.gov.br)
Telefone: 32173729
Fax: 32173738

Coordenadoria de Sessões da Primeira Turma
Ricardo Dias Duarte (ricardod@stf.gov.br)
Telefone: 32173742
Fax: 32173738
E-Mail: (primeiraturma@stf.gov.br)

Coordenadoria de Sessões da Segunda Turma
Carlos Alberto Cantanhede (cantanhede@stf.gov.br)
Telefone: 32173746
Fax: 32173738
E-Mail: (segundaturma@stf.gov.br)

Coordenadoria de Taquigrafia e Estenotipia
Silvana de Souza Leite (silvanasl@stf.gov.br)
Telefone: 32173761
Fax: 32173774

Coordenadoria de Acórdãos
Alba Risa Cavalcante de Medeiros (albarisa@stf.gov.br)
Telefone: 32173778

SECRETARIA DE DOCUMENTAÇÃO
Altair Maria Damiani Costa (altair@stf.gov.br)
Telefone: 32173499
Fax: 32173502

Coordenadoria de Biblioteca
Lílian Januzzi Vilas Boas (lilianj@stf.gov.br)
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Fax: 32173512

Coordenadoria de Analise de Jurisprudência
Bergman Holiday Ananias Bomfim (bergman@stf.gov.br)
Telefone: 32173535
Fax: 32173537

Coordenadoria de Divulgação de Jurisprudência
Nayse Hillesheim (nayseh@stf.gov.br)
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Fax: 32173570

Coordenadoria de Guarda e Conservação de Documentos
Kathya Scarlet O'Hara Campelo Bezerra (kathya@stf.gov.br)
Telefone: 32173593
E-Mail: (arquivo@stf.gov.br)

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Jaine Mailda Pena Cirqueira (jaine@stf.gov.br)
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Fax: 34033631

Coordenadoria de Orçamento e Finanças
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Telefone: 32173170
Fax: 32173176

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Telefone: 32173133
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Coordenadoria de Manutenção e Serviços Gerais
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Telefone: 32173097
Fax: 33223735

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS
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Telefone: 32173299

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Renata Lucena Freire de Souza
Telefone:

SECRETARIA DE SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE
Osmar Willian Vieira
Telefone: 32173370
Fax: 32173371

Coordenadoria de Assistência Médica e Odontológica
Denise Gomes Cidade (denisec@stf.gov.br)
Telefone: 32173381

SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Paulo Roberto da Silva Pinto (paulo.pinto@stf.gov.br)
Telefone: 32173459/32173410
Fax: 32173457

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Fax: 32173457

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Fax: 32173457

Coordenadoria de Sistemas
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Fax: 32173457


::. Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt .::.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Direito de ser mãe





























Edição 44 - Revista Sentidos


Direito de ser mãe


 


 


Ao tomarem a decisão de ter filhos e assumir mais um papel - o da maternidade -, mulheres com deficiência descobrem uma alegria única, que não pode mais ser negada a elas


Reportagem: Adriana Perri


Foto: Fabio Braga


Inserida em: 19/12/2007















Flávia e Pedro curtem os filhos gêmeos, Mateus e Mariana, de 4 meses


A jornalista Flávia Cintra, 34 anos poderia ser uma mãe como qualquer outra. Apaixonada pelo advogado Pedro Corradino e bem-sucedida profissionalmente, há dois anos ela achou que era hora de formar família. Mas a decisão de Flávia de ser mãe gerou surpresa. Mais até: dúvidas sobre sua capacidade de gerar uma criança e, depois, de assumir a maternidade. O motivo? Ela é tetraplégica.
De fato, a gravidez de mulheres que têm essa condição ainda é pouco comum. E a gestação, é verdade, requer atenções extras - mas lesão medular não as impede de ter filhos.













Quando Flávia foi à primeira consulta com o obstetra, chegou com uma longa lista de perguntas. Não teve chance de fazê-las. Antes mesmo de examiná-la, o médico aconselhou que aguardasse três meses para ter certeza de que a gravidez evoluiria. "Eu estava ali como qualquer mulher que engravida pela primeira vez", recorda Flávia. "Ele disse estar preocupado com a minha situação e teve o cuidado de baixar minhas expectativas. Depois de meu acidente, porém, aprendi que médicos têm uma especialidade e nem sempre conhecimento de outras. Por terem limites, podem ter preconceitos. Uma pessoa mais frágil, no meu lugar, sairia dali devastada."

Situação semelhante aconteceu há 20 anos com a deputada Célia Leão, 52 anos, paraplégica, quando decidiu ter filhos após três anos de casamento. O que demonstra que, apesar dos avanços sociais e científicos, o tempo não mudou alguns conceitos - e preconceitos. Célia consultou cinco obstetras, em São Paulo, antes de encontrar o que denomina "fantástico". Três deles a aconselharam a não engravidar, "por causa dos riscos". Dois foram taxativos: afirmaram que ela não poderia. "Sempre fui teimosa e procurei mais uma opinião", conta Célia. "Ele pediu alguns exames e disse que nós dois - meu marido, Daniel, e eu - estavámos bem e que não havia nenhum impedimento." Era tudo o que Célia precisava escutar. Menos de um mês depois, engravidou do primeiro filho, Rodrigo, 20, que cursa o segundo ano de medicina. Depois, teve Diogo, hoje com 17, e Stephanie Vitória, de 13. Todos de parto normal, sem indução ou outro artifício. Tudo natural e planejado para não conflitar com o desenvolvimento da carreira política.













Célia e Daniel com os filhos mais novos Diogo e Stephanie


"Eles cobram com jeitinho da vida que deixa a mãe muito tempo fora de casa", conta Célia, que está no quinto mandato como deputada estadual, em São Paulo. Em meio à nossa conversa, o celular dela toca. Célia muda o tom da voz e sorri quando percebe que é um dos filhos, Diogo, recomendando que a mãe não esqueça de levar um filme que precisa assistir para um trabalho. "Está vendo?", diz ela, "estou sempre disponível como mãe. Eles são as grandes alegrias da minha vida. Nada me deixou mais realizada."

Célia tem grandes conquistas no currículo: foi a primeira deputada eleita por seu partido, em 1990, e a mais votada entre todos, em 1994, em um cenário político dominado por homens. Na ocasião, fez campanha grávida. Stephanie, que nasceu poucas semanas depois do pleito, ganhou Vitória como segundo nome por esse motivo.













Célia não teve nenhuma complicação nas gestações. Nem infecção urinária, que é comum na gravidez e um risco maior para quem tem lesão medular. Já Flávia contraiu uma no quinto mês, que a assustou, mas que foi contornada sem traumas. Escaras, muito comuns também por causa do aumento do peso, Flávia preveniu com uma almofada de ar especial - e cara - que era calibrada todo mês por meio de uma tecnologia computadorizada disponível na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que mede a pressão e ajusta a almofada.

EM CASA, ESTRUTURA PARA CUIDAR DOS BEBÊS
A fisiatra Maria Eugênia Casallis, que trabalhou na reabilitação de Flávia 15 anos antes, também acompanhou sua gravidez na instituição com este tipo de apoio, junto com a obstetra Miriam Walligora - que explica as particularidades da gestação de mulheres com deficiência na reportagem de Saúde desta edição. "Só senti desconforto no final, quando a barriga estava grande e era dificil encontrar posição. Nós três não tinhamos acordo!", conta Flávia. "O mais dificil foi perder a autonomia. Na medida em que eu ficava mais pesada, as transferências ficavam perigosas." Ela engordou 14 quilos e os bebês nasceram com 33 semanas, dentro do esperado para gêmeos, e já foram para o quarto com a mãe sem precisar de outros atendimentos neonatais.













Felipe e sua Mãe, Sueli Ramalho Segala


Em casa, Flávia organizou uma estrutura para suprir as atividades que não consegue realizar sozinha. "Conto com a ajuda de uma babá para dar banho, vestir as roupinhas - com aqueles minibotões impossíveis de fechar com minha mão de tetra -, colocar e tirar do carrinho... Mas noto que à medida em que eles vão crescendo, vou conseguindo fazer mais coisas já que estão mais firmes e menos frágeis." Ela descobriu que a ajuda é necessária e que as limitações físicas não a impedem de ser mãe plenamente. "A babá me dá suporte operacional, mas sou eu quem sabe como é a carinha que a Mariana faz quando tem cólica, a expressão do Mateus quando quer fazer cocô, quando reclamam porque caiu a chupeta ou querem colo." É a mamãe Flávia, a bordo de sua cadeira de rodas, quem controla o horário das mamadas, da troca das fraldas, do banho e o que cada um vai vestir. Agora, que os bebês têm 4 meses, Flávia vem retomando aos poucos a carreira, com a ajuda da babá e do marido, que colabora em tudo, como reza a cartilha do pai moderno e de mulheres cada vez mais independentes e ativas profissionalmente.

Se nos grandes centros uma mulher com deficiência grávida já causa admiração, no interior a gestante vira sensação. A pedagoga Antonia Aparecida da Silva, a Cida, 43 anos, cega desde os 3, que o diga. Ela vive em Montes Claros, norte de Minas Gerais, cidade de 330 mil habitantes. Conheceu o marido, Luiz Marcos, na faculdade, começaram a namorar e casaram-se depois de seis anos. Cida afirma que Luiz teve muita coragem para namorar e casar com uma mulher com deficiência visual em uma cidade pequena. "As pessoas não acreditavam que iríamos nos casar. Quando tive o meu primeiro filho, Igor Matheus, recebia visita de mais de 30 pessoas por dia. Iam conferir se ele era deficiente também e se eu sabia cuidar dele." Com o passar do tempo, isso deixou de ser novidade e como Cida foi trabalhar na Secretaria da Educação e Esporte do município, passou a ser mais respeitada. "Não tenho medo de desafios. Chefio a Coordenadoria de Apoio à Pessoa com Deficiência e sou professora de braile. Trabalho para que outros deficientes não enfrentem as mesmas dificuldades que sofri para estudar." Cida ainda teve mais dois filhos: Iury Marcos, 7, e Rayssa Maria, de 6. "Quando eles nasceram, tudo estava mais fácil. Trabalho o dia todo, mantenho uma empregada em casa e concilio meu tempo para dar assistência às crianças. Desejo que se orgulhem da mãe e não vejam a deficiência como uma barreira."













Cida rodeada pelos filhos Yuri, Rayssa e Igor Matheus


FILHO É ÚNICO OUVINTE EM FAMÍLIA DE SURDOS
A deficiência não foi barreira para a completa integração da família da intéprete e professora de Libras Sueli Ramalho Segala, 43 anos. Surda, ela não sofreu com o preconceito na gravidez. Seus conflitos começaram quando Felipe nasceu. Toda sua família é surda e ele foi o primeiro ouvinte depois de três gerações. Apesar de o pai não ser deficiente, durante o pré-natal o médico afirmou que a chance de o bebê nascer surdo era de 95%. "Foi uma surpresa quando percebemos que ele escutava. Perguntei à minha mãe como eu cuidaria dele", conta. Quando o garoto fez 2 anos, o casal se separou. Sueli e Felipe foram morar com os pais e o irmão dela. Assim, o menino cresceu em meio à Língua Brasileira de Sinais e a cultura surda. "A primeira palavra que falou foi em sinais: mamadeira. Em português falado, ele chamou o pai. Compreendeu desde pequeno como era a nossa comunicação." Felipe, hoje com 23 anos e cursando o 6º semestre de administração de empresas, chegou a desejar ser surdo como a mãe, os avós e o tio. "Ele se sentia diferente da família, mas superou isso e convive bem com surdos e ouvintes. Muitos surdos que o conhecem não sabem que ele ouve, já que é fluente nas duas línguas." Felipe faz bicos como intérprete da Libras, unindo dois mundos com línguas e cultura diferentes.

Conforme afirma a psicológa Ana Rita de Paula, que também tem deficiência, no livro Sexualidade e Deficiência: Rompendo o Silêncio (Expressão e Arte Editora, 2005), a maneira como a deficiência é compreendida socialmente acaba causando dificuldades no desempenho dos papéis sociais. "A sociedade contribui para a diminuição da auto-estima quando propaga preconceitos segundo os quais esses indivíduos são incapazes de cuidar de si e, portanto, não estariam capacitados para cuidar de uma família." No entanto, exemplos como os apresentados nesta reportagem comprovam que são capazes de formar um lar e cuidar bem da prole. Limitações física, sensorial ou intelectual não são impedimentos ao amor e à dedicação materna. "Li que ser mãe é ter o coração pulsando do lado de fora do corpo. Esta é a definição mais exata que encontrei para descrever meu sentimento desde que os bebês nasceram", diz Flávia Cintra.
 




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Learnings from Life: Life and Love


Life and Love





My husband is an Engineer by profession, I love him  for his steady  nature, and I love the warm feeling when I lean  against his broad  shoulders. 
Three years of courtship and now, two years into  marriage, I would have  to admit, that I am getting tired of it. The reasons  of me loving him  before, has now transformed into the cause of all my  restlessness. I am a sentimental woman and extremely sensitive when  it comes to a  relationship and my feelings, I yearn for the  romantic moments, like a  little girl yearning for candy. My husband, is my  complete opposite,  his lack of sensitivity, and the inability of  bringing romantic moments  into our marriage has disheartened me about love. One  day, I finally  decided to tell him my decision, that I wanted a  divorce. 
"Why?" he asked, shocked. "I am tired, there are no  reasons for  everything in the world!" I answered.
He kept silent the whole night, seems to be in deep  thought with a  lighted cigarette at all times. 
My feeling of disappointment only increased, here was  a man who can't  even express his predicament, what else can I hope  from him? 
And finally he asked me:" What can I do to change  your mind?" Somebody  said it right, it's hard to change a person's  personality, and I guess,  I have started losing faith in him. 
Looking deep into his eyes I slowly answered : "Here  is the question,  if you can answer and convince my heart, I will  change my mind, Let's  say, I want a flower located on the face of a  mountain cliff, and we  both are sure that picking the flower will cause your  death, will you  do it for me?" 
He said :" I will give you your answer tomorrow...."  My hopes just sank  by listening to his response. 
I woke up the next morning to find him gone, and saw  a piece of paper  with his scratchy handwriting, underneath a milk  glass, on the dining  table near the front door, that goes.... 
My dear, 
"I would not pick that flower for you, but please  allow me to explain  the reasons further.."
This first line was already breaking my heart. I  continued reading. 
You always leave the house keys behind, thus I have  to save my legs to  rush home to open the door for you.
You love traveling but always lose your way in a new  city, I have to  save my eyes to show you the way. 
You like to stay indoors, and I worry that you will  be infected by  infantile autism. I have to save my mouth to tell you  jokes and stories  to cure your boredom. 
You always stare at the computer, and that will do  nothing good for  your eyes, I have to save my eyes so that when we  grow old, I can help  to clip your nails,and help to remove those annoying  white hairs. So I  can also hold your hand while strolling down the  beach, as you enjoy  the sunshine and the beautiful sand... and tell you  the colour of flowers,  just like the color of the glow on your young face... 
Thus, my dear, unless I am sure that there is someone  who loves you  more than I do... I could not pick that flower yet,  and die.. " 
"Now, that you have finished reading my answer, if  you are satisfied,  please open the front door for I am standing outside  bringing your  favorite bread and fresh milk... 
I rush to pull open the door, and saw his anxious  face, clutching  tightly with his hands, the milk bottle and loaf of  bread.... 

Now I am very sure that no one will ever love me as  much as he does,  and I have decided to leave the flower alone...  
That's life, and love.

A maldição do Aborto!


Uma história de maldição, mentiras e assasinatos de inocentes, sem direito à defesa. Enganando, ludibriando, recebendo vultuosas quantias em dinheiro, as não“católicas pelo direito de decidir” representam uma maldição que deve cessar! Mauro Demarchi


"Católicas pelo Direito de Decidir"

11/1/2008

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

(quem são elas, o que fazem e onde estão)

Em 1970, o Estado de Nova Iorque aprovou uma lei que permitia o aborto por simples solicitação da gestante ("abortion on demand") até o quinto mês da
gravidez, não se exigindo sequer o domicílio em território estadual. Isso produziu uma avalanche surpreendente de gestantes provenientes de vários
outros Estados americanos, principalmente dos da costa leste, à procura dos"serviços" de aborto de Nova Iorque, as quais retornavam logo em seguida
para os seus Estados de origem. Essa lei foi um marco decisivo para que, em 1973, a Suprema Corte dos EUA, na célebre decisão Roe versus Wade,
declarasse que o nascituro não é pessoa e que não tem direitos, impondo assim a legalidade do aborto a todo o território estadunidense.

Como a Igreja Católica se opusesse à lei abortista de Nova Iorque, três membros do grupo pró-aborto NOW ("National Organization for Women" -
Organização Nacional para as Mulheres) fundaram em 1970 a organização CFFC ("Catholics For a Free Choice" - Católicas pelo Direito de Decidir). Seu
primeiro ato público foi o de ridicularizar a Igreja Católica, coroando uma feminista, na escadaria da Catedral de São Patrício em Nova Iorque , com o
título de papisa Joana I. A primeira sede das CFFC localizou-se em Nova Iorque , nas dependências da "Planned Parenthood Federation of América"
(PPFA), a filial estadunidense da IPPF[1], e atualmente a proprietária da maior cadeia de clínicas de aborto da América do Norte.

Embora CFFC seja uma organização anticatólica, o nome "católica" é estratégico para confundir o público. O objetivo é infiltrar-se nas paróquias, nas dioceses, nas universidades católicas, nos meios de comunicação, nas casas legislativas a fim de dar a entender que é possível, ao mesmo tempo, ser católico e defender o direito ao aborto. Além do aborto, tais "católicas" defendem o uso de anticoncepcionais, o divórcio, as relações sexuais pré-matrimoniais, os atos homossexuais, o matrimônio de pessoas do mesmo sexo e todas as formas de reprodução artificial.

Quanto à liturgia, as CFFC assumem uma série de rituais e práticas da Nova Era: são devotas do ídolo feminista Sofia (a deusa Sabedoria) e compõem
poesias em honra de Lúcifer. O aborto é tratado como um ato sagrado. São recitadas orações a "Deus Pai e Mãe" enquanto a mulher que está abortando é
abençoada, abraçada e encorajada a salpicar pétalas de rosas. A ex-freira Diann Neu elaborou uma cerimônia pós-aborto, em que a mulher abre uma cova
no jardim e deposita os restos mortais de seu bebê, dizendo: "Mãe Terra, em teu seio depositamos esse espírito".

O maior obstáculo que os promotores do aborto têm encontrado no seio das Nações Unidas é a presença da Santa Sé, que é reconhecida como Observador
Permanente. Em 1999, CFFC lançou a campanha See change ("mudança de sé"). O objetivo, até agora não atingido, é pressionar a ONU a fim de rebaixar o
status da Santa Sé ao de simples organização não-governamental (ONG), como é a própria CFFC.

Por que atacar justamente a Igreja Católica?

Francis Kissling, que foi presidente da CFFC durante anos desde 1982, explica, em uma entrevista de setembro de 2002, porque a Igreja Católica é o
alvo chave: "A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos, sociológicos como teológicos, porque a posição católica
é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. OK. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente
tem declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando começa a vida, fetos etc. Assim, se você derrubar a posição católica, você ganha".[2]

Financiamento

CFFC recebe vultosas doações de fundações de controle demográfico, entre elas: Fundação Ford, Fundação Sunnen, Fundação Mc Arthur e Fundação Playboy. Hoje a maior parte dos investimentos é destinada à promoção dos "direitos reprodutivos" na América Latina, ou seja, do direito ao aborto, à
esterilização e à anticoncepção.

Em 1987, CFFC criou uma filial latino-americana em Montevidéu, Uruguai, com o nome de "Católicas pelo Derecho a Decidir". Em língua espanhola foi
publicado um livro sarcástico intitulado "Y Maria fue consultada para ser madre di Dios", que apresenta Nossa Senhora como símbolo do "direito de
decidir" sobre a prática do aborto. Em 1993 foi criada em São Paulo a filial brasileira, com o nome "Católicas pelo Direito de Decidir" (CDD).

Onde elas estão?

Recentemente, as Católicas pelo Direito de Decidir (CDD) transferiram-se para a Rua Sebastião Soares de Faria, n.º 56, 6º andar, São Paulo, isto é no
mesmo prédio da sede do Regional Sul 1 da CNBB, que ocupa o 5º andar. O fato tem gerado perplexidade, uma vez que, além de usarem o nome de "católicas", elas agora compartilham o mesmo edifício usado pelos Bispos. Na verdade, o prédio não pertence à CNBB, mas à Ordem Carmelita (Província de Santo Elias). Mas a perplexidade permanece: como uma Ordem de frades católicos pode alugar um imóvel para uma organização abortista?

As CDD e a Campanha da Fraternidade 2008

Na segunda quinzena de dezembro de 2007, as livrarias católicas puseram à venda um DVD produzido pela Verbo Filmes, trazendo na capa o cartaz da
Campanha da Fraternidade 2008, com o lema "Escolhe, pois, a vida", o tema"Fraternidade e defesa da vida" e o logotipo da CNBB. O que deixou os
militantes pró-vida estupefatos foi a participação da Sra. Dulce Xavier, membro das CDD, no bloco IV do vídeo ("Em defesa da vida: pontos de vista"),
com uma fala de cinco minutos, criticando a Igreja Católica por não aceitar a anticoncepção, e defendendo a realização do aborto pela rede hospitalar
pública para preservar "a vida das mulheres". A inserção das "católicas" no vídeo tinha sido feita sem a autorização da CNBB, que, quando soube da
notícia, exigiu o recolhimento dos DVDs. A Verbo Filmes fez então uma outra edição, desta vez sem a fala das CDD. No entanto, até a data da edição deste
jornal, podia-se encontrar no sítio da Verbo Filmes (www.verbofilmes.org.br) a descrição do conteúdo do DVD, ainda com a participação das Católicas pelo
Direito de Decidir.

É mais do que urgente que a CNBB emita uma nota oficial sobre as CDD, à semelhança do que fez a Conferência Episcopal dos Estados Unidos, conforme
transcrevemos a seguir.

DECLARAÇÃO DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS CATÓLICOS DOS ESTADOS UNIDOS (NCCB), de 10/05/2000

Por muitos anos, um grupo autodenominado "Católicas pelo Direito de Decidir" (Catholics for a Free Choice - CFFC), tem publicamente defendido o aborto ao mesmo tempo em que diz estar falando como uma autêntica voz católica. Esta declaração é falsa. De fato, a atividade do grupo é direcionada para
rejeitar e distorcer o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devida à defesa da vida humana do nascituro indefeso.

Em algumas ocasiões a Conferência Nacional dos Bispos Católicos (NCCB) declarou publicamente que a CFFC não é uma organização católica, não
fala pela Igreja Católica, e de fato promove posições contrárias ao magistério da Igreja conforme pronunciado pela Santa Sé e pela NCCB.

CFFC é, praticamente falando, um braço do "lobby" do aborto nos Estados Unidos e através do mundo. É um grupo de pressão dedicado a apoiar o aborto.
É financiado por algumas poderosas e ricas fundações privadas, principalmente americanas, para promover o aborto como um método de controle
de população. Esta posição é contrária à política existente nas Nações Unidas e às leis e políticas da maioria das nações do mundo.

Em sua última campanha, CFFC assumiu um esforço concentrado de opinião pública para acabar com a presença oficial e silenciar a voz moral da Santa
Sé nas Nações Unidas como um Observador Permanente. A campanha de opinião pública tem ridicularizado a Santa Sé com uma linguagem que lembra outros episódios de fanatismo anticatólico que a Igreja Católica sofreu no passado.

Como os Bispos Católicos dos Estados Unidos têm afirmado por muitos anos, o uso do nome "Católica" como uma plataforma de apoio à supressão da vida
humana inocente e de ridicularização da Igreja é ofensivo não somente aos católicos, mas a todos que esperam honestidade e franqueza em um discurso
público. Declaramos outra vez com a mais forte veemência: "Por causa de sua oposição aos direitos humanos de alguns dos mais indefesos membros da raça
humana, e porque seus propósitos e atividades contradizem os ensinamentos essenciais da fé católica,... Católicas pelo Direito de Decidir não merece o
reconhecimento nem o apoio como uma organização católica" (Comitê Administrativo, Conferência Nacional dos Bispos, 1993).[3]

Bibliografia consultada:

CLOWES, Brian. Mulheres católicas pelo direito de decidir. In: PONTIFÍCIO
CONSELHO PARA A FAMÍLIA. Lexicon: termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. São Paulo: Escolas Profissionais
Salesianas, 2007. p. 659-668.
HUMAN LIFE INTERNATIONAL. "Católicas pelo direito de decidir" sem máscaras: idéias sórdidas, dinheiro sujo. Tradução de Teresa Maria Freixinho.
Brasília: Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, 2000.
SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional da morte. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2004. p. 227-228

Roma, 4 de janeiro de 2008.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"


Liga pelo Triunfo do Sagrado Coração de Maria.